Na noite de terça-feira (21), a cidade de Nova Iguaçu foi palco de um crime chocante que deixou a comunidade em estado de perplexidade. Esther Pestana Cabral, uma mulher de 45 anos, foi presa após confessar ter assassinado seu companheiro, Edmilson Batista Vila Verde, envenenado-o, decapitado o corpo e esquartejado-o, espalhando as partes em diferentes locais do bairro de Austin.
A trama macabra começou a se desenrolar no dia 16 de outubro, quando o filho da vítima encontrou parte do corpo do pai na residência onde Edmilson morava. O garoto imediatamente chamou a Polícia Militar, que, ao chegar ao local, acionou a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) para investigar o caso.
Durante as buscas, os policiais descobriram o tronco da vítima dentro da casa e uma nota fiscal de luvas, que teriam sido utilizadas no crime. Esse documento foi crucial para identificar a farmácia onde Esther havia comprado os itens. Enquanto uma equipe procurava por outras partes do corpo, a cerca de 500 metros da residência, os agentes localizaram a cabeça e membros de Edmilson dentro do carro estacionado na rua.
Esther foi levada à delegacia para ser interrogada. Inicialmente, ela tentou apresentar uma versão alternativa dos acontecimentos, mas, diante das provas coletadas, acabou confessando a brutalidade do crime. Agora, ela enfrenta a acusação de ocultação de cadáver e, como o assassinato ocorreu no dia 16, a polícia solicitou à Justiça a prisão temporária dela por homicídio qualificado. Este pedido ainda aguarda análise judicial.


